Quais as importâncias do Alimento?!

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Participação da Física na caloria .

Colégio Estadual Presidente Emílio Garrastazu Médici
Integrantes: Equipe: Gabriel Mantoan  
                     Giovanna Larissa
                     Raiane Varjao
                     Deise Freitas
                     Lucas Oliveira
                     John Alax
                     Fernando Assuncao
                     Rayane Prado
                     Yasmin Almeida


Uma caloria é uma unidade da energia. A nossa tendência é associar as calorias aos alimentos, mas elas se referem a qualquer coisa que contenha energia. Por exemplo, quatro litros de gasolina contém cerca de 31.000.000 calorias. Você poderia dirigir um carro por 35 km com as calorias de 217 Big Mac.
Especificamente, uma caloria é a quantidade de energia, ou calor, que é necessária para elevar a temperatura de 1 grama de água em 1 grau Celsius (1.8 graus Fahrenheit). Uma caloria é igual a 4.184 joules, uma unidade comum de energia usada na física.

A maior parte de nós pensa em calorias em relação a coisas que comemos e bebemos, como em "esta lata de refrigerante contém 200 calorias". Isso revela que as calorias listadas na embalagem de um alimento são na realidade quilocalorias (1000 calorias = 1 quilocaloria). Então aquela lata de refrigerante na realidade tem 200 mil calorias (mas não se preocupe, porque o mesmo se aplica a exercícios - quando uma tabela de exercícios diz que você queima 100 calorias correndo 1,6 km, isso significa 100 mil calorias). Uma "caloria" de alimento algumas vezes é escrita em maiúsculas para mostrar a diferença, mas normalmente não é escrita assim.


Seres humanos precisam de energia para sobreviver - para respirar, mover-se, bombear sangue - e eles retiram esta energia dos alimentos. O número de calorias em um alimento é uma medida de quanto este alimento possui de energia potencial. Um grama de carboidratos tem quatro calorias, um grama de proteína tem quatro calorias e um grama de gordura tem nove calorias. Os alimentos são uma coleção desses três blocos. Portanto, se você sabe quantos carboidratos, gorduras e proteínas existem em um determinado alimento, você sabe quantas calorias ou o quanto de energia aquele alimento contém.
Se observarmos a etiqueta nutricional no verso de um pacote de farinha de aveia com açúcar mascavo, descobrimos que ele tem 160 calorias. Isso significa que se colocássemos esta farinha de aveia em uma vasilha e levássemos ao fogo e deixássemos aquecer completamente, a reação produziria 160 quilocalorias (lembre-se: calorias de alimentos são quilocalorias) - energia suficiente para elevar a temperatura de 160 quilogramas de água em 1 grau Celsius. Se observarmos mais atentamente a etiqueta nutricional, vemos que a farinha de aveia tem 2 gramas de gordura, 4 gramas de proteína e 32 gramas de carboidratos, produzindo um total de 162 calorias. Destas 162 calorias, 18 vêm da gordura (9 cal x 2 g), 16 vêm da proteína (4 cal x 4 g) e 128 vêm dos carboidratos (4 cal x 32 g).
Nossos corpos "queimam" as calorias da farinha de aveia através de processos metabólicos, pelos quais as enzimas quebram os carboidratos em glicoses e outros açúcares, as gorduras em glicerol e ácidos graxos, e as proteínas em aminoácidos
" Estas moléculas são então transportadas através da corrente sanguínea para as células, onde elas são ou absorvidas para uso imediato, ou são enviadas para o estágio final do metabolismo, no qual sofrem reação com o oxigênio para liberar sua energia armazenada."   
Por : Raiane Varjão

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Colégio: Estadual Presidente Emílio Garrastazu Médici
Integrantes: Equipe: Gabriel Mantoan  
                     Giovanna Larissa
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                     Fernando Assuncao
                     Rayane Prado
                     Yasmin Almeida

Sugestões para Lanches na Escola


Os hábitos alimentares saudáveis devem ser estimulados desde a infância, para que as crianças descubram e apreciem o sabor de frutas, legumes, verduras, alimentos integrais e outros que são fundamentais para uma nutrição adequada.

O exemplo de uma alimentação saudável deve partir dos pais, pois eles servem de exemplo para as crianças. Portanto, se quiser que seu filho consuma frutas, procure também ingerir e o estimule a fazer o mesmo.

Além disso, as crianças devem participar das escolhas dos alimentos. Procure levá-las ao supermercado, e peça que escolha um alimento da seção de hortifrutis. A participação dos pequenos não deve parar por aí: peça o auxílio deles na hora de montar a lancheira.

 A seguir, algumas sugestões:

• Biscoitos integrais com sabor de maçã e canela, ou até mesmo cookies integrais com castanhas;

• Frutas secas, como maçã, abacaxi, banana passa;

• Pães integrais e barrinha de cereais;

• Sucos de frutas com pouco açúcar, bebidas lácteas e achocolatados, que devem ser armazenados em garrafas térmicas;

• Frutas que podem ser consumidas com casca ou fáceis de descascar, tais como maçã, banana, uva, tangerina, pêra e carambola.

 Prepare um sanduíche natural com queijo branco e blanquet de peru. Para incrementar o recheio, misture 1 cenoura e 1 beterraba raladas e acrescente 1 colher (chá) de azeite, 1 colher (chá) de vinagre ou sumo de limão e sal a gosto.

Se a criança comprar o lanche na escola é preciso orientá-la para que faça a melhor escolha na hora da compra, dando preferência para os lanches naturais, assados, sucos naturais, chás ou água, o que nem sempre é fácil. Deve-se evitar o consumo de salgadinhos industrializados, bolachas recheadas, refrigerantes, balas e chocolates, pois, estes alimentos não contém os nutrientes necessários para uma alimentação saudável. Não se deve também proibir radicalmente o consumo destes alimentos tão tentadores às crianças, deve-se colocar regras e limites para um consumo consciente e moderado. A melhor forma de adequar à alimentação é desde o início da infância, para que nada se torne sacrifício e sim, hábitos saudáveis para a vida toda.

Por: John Alax

sábado, 12 de outubro de 2013

Nutrição: A Obtenção de Energias para o Organismo

desdobradas em moléculas menores, e essa é a finalidade da digestão.

Para poder sobreviver os organismos vivos necessitam de abastecer-se de substâncias com as quais obtêm energia e materiais para o reparo de seu desgaste.

Se o organismo é jovem, parte desse material é destinada ao crescimento.

Através da nutrição o ser vivo obtém os átomos e as moléculas das substâncias que formam seu corpo.

Chama-se nutriente a qualquer substância essencial à manutenção da vida.

Os alimentos que ingerimos diariamente contêm esses nutrientes que podem ser classificados em macronutrientes e micronutrientes.

Como o próprio nome diz, macronutrientes são aqueles necessários em grande quantidade Os nutrientes necessários em pequenas quantidades são denominados micronutrientes.


Com relação à nutrição, os seres vivos podem ser divididos em dois grandes grupos:
os autótrofos e os heterótrofos.

Os organismos dotados de clorofila são capazes  de realizar o processo conhecido como fotossíntese.

Pela fotossíntese eles transformam as substâncias minerais retiradas do ambiente (gás carbônico, água e sais minerais) em moléculas orgânicas formadoras de seu corpo.

São os organismos autótrofos fotos sintetizadores.

Para a transformação das substâncias minerais em moléculas orgânicas é fundamental a energia da luz do Sol, que é transformada em energia química, ficando armazenada nos compostos orgânicos formados.

Algumas bactérias do solo também são autótrofas, só que não usam a energia da luz do Sol, mas sim a energia liberada nas reações de oxidação de minerais.

São os organismos autótrofos quimo sintetizadores, pois usam a energia química para fabricar compostos orgânicos.

Os outros seres vivos (animais, fungos, protozoários, etc.) dependem dos seres autótrofos para obter a matéria-prima necessária à construção de seu corpo e à produção de energia.

São os organismos heterótrofos.


Todas as células necessitam de alimentos que utilizam, em parte para obter energia e, em parte, como material de construção. Para os indivíduos heterótrofos, porém, os alimentos não se encontram no ambiente numa forma que lhes permita sua utilização direta pelas células. As grandes moléculas que deles fazem parte terão de ser desdobradas em moléculas menores, e essa é a finalidade da digestão.


De: Yasmin Almeida

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

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                     Rayane Prado

                     Yasmin Almeida

Galera, um pequeno vídeo para mostrar para vocês um pouco mais sobre as Vitaminas. O vídeo esta em português de Portugal.

Por : Giovana Brasil



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                     Yasmin Almeida

Galera, aqui umas fotos para vocês ficaram mais por dentro do Sistema Químico Digestório:




Por : Giovana Brasil

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Colégio Estadual Presidente Emílio Garrastazu Médici
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                     Rayane Prado

                     Yasmin Almeida


TIPOS DE VITAMINAS:

A classificação das vitaminas é feita apenas por suas solubilidades e não pelas funções que exercem. Cada uma é responsável por uma ou mais funções específicas, independentemente do grupo a que pertencem.

Grupo das vitaminas lipossolúveis compreendem:

- Vitamina A - Importante oxidante que protege células contra radicais livres. Principais fontes: frutas e vegetais de cor forte, como cenoura, abóbora, brócolis e espinafre e gorduras amarelas de alimentos animais como fígado, ovos e leite.

- Vitamina D - É sintetizada com a ajuda dos raios solares e imprescindível para a produção de insulina e a manutenção do sistema imunológico. Ajuda na absorção do cálcio. Principais fontes: peixes gordos como o atum e o salmão.

- Vitamina K - Componente na formação de 13 proteínas essenciais para a coagulação do sangue e envolvida na construção dos ossos. Principais fontes: alimentos verdes, como vegetais de folhas e legumes (couve, couve de Bruxelas, brócolis, salsa).

- Vitamina E (tocoferol) - Forte antioxidante contra radicais livres; previne o câncer e doenças cardiovasculares; protege o sistema reprodutor; previne catarata; reforça o sistema imunológico; melhora a ação da insulina. Principais fontes: óleos (girassol, amendoim), sementes de girassol, amêndoas, amendoim, vegetais de folhas verde-escuras.

Grupo das principais vitaminas hidrossolúveis (complexo B):

- Vitamina B1 (Tiamina) - Mantém sistema nervoso e circulatório saudáveis; auxilia na formação do sangue e no metabolismo de carboidratos; previne o envelhecimento; melhora a função cerebral; combate a depressão e a fadiga; converte o açúcar no sangue em energia. Principais fontes: vegetais de folhas (alface romana, espinafre), berinjela, cogumelos, grãos de cereais integrais, feijão, nozes, atum, carne bovina e de aves.

- Vitamina B2 (Riboflaviana) - Ligada à formação de células vermelhas do sangue e anticorpos; envolvida na respiração e processos celulares; previne catarata; ajuda na reparação e manutenção da pele e na produção do hormônio adrenalina. Principais fontes: vegetais, grãos integrais, leite e carnes.

- Vitamina B3 (Nicotinamida) - Aumenta a circulação; reduz triglicérides e colesterol; ajuda no funcionamento adequado do sistema nervoso e imunológico; regula o açúcar no sangue; protege o corpo contra poluentes e toxinas. Principais fontes: levedura, carnes magras de bovinos e de aves, fígado, leite, gema de ovos, cereais integrais, vegetais de folhas (brócolis, espinafre), aspargos, cenoura, batata-doce, frutas secas, tomate, abacate.

- Vitamina B5 (Ácido pantotênico) - Ajuda na formação de células vermelhas do sangue e na desintoxicação química; previne degeneração de cartilagens; ajuda na construção de anticorpos; reduz colesterol e triglicérides; ajuda nas disfunções hormonais. Principais fontes: carnes, ovos, leite, grãos integrais e inteiros, amendoim, levedura, vegetais (brócolis), algumas frutas (abacate), ovário de peixes de água fria, geleia real.

- Vitamina B6 (Piridoxina) - Reduz o risco de doenças cardíacas; ajuda na manutenção do sistema nervoso central e no sistema imunológico; reduz espasmos musculares; alivia enxaquecas e náuseas; reduz o colesterol; melhora a visão; previne aterosclerose e câncer. Principais fontes: cereais integrais, semente de girassol, feijões (soja, amendoim, feijão), aves, peixes, frutas (banana, tomate, abacate) e vegetais (espinafre).

- Vitamina B7 (Biotina) - Auxilia no crescimento celular, produção de ácidos graxos e redução de açúcar no sangue; combate infecções; promove a saúde das glândulas sudoríparas, do tecido nervoso, da medula óssea, das glândulas sexuais e células sanguíneas; previne a calvície; alivia dores musculares; baixa a intolerância à insulina em diabéticos. Principais fontes: carne de aves, fígado, rins, gema de ovo, couve-flor, ervilha.

- Vitamina B9 (ácido fólico) - Manutenção dos sistemas imunológico, circulatório e nervoso; antitóxico; ajuda a combater o primeiro infarto, o câncer de mama e de cólon, parasitas intestinais e envenenamento alimentar; diminui o risco de aterosclerose; promove a saúde dos cabelos e da pele; reforça o sistema imunológico e o sistema nervoso central. Principais fontes: fígado, rins, vegetais de folhas verdes, couve-flor.

- Vitamina B12 (Cobalamina) - auxilia a síntese de células vermelhas do sangue; manutenção do sistema nervoso; ajuda no crescimento e desenvolvimento do corpo. Principais fontes: fígado, rins, carnes, peixes, ovos, leite, queijo.

- Vitamina C (ácido ascórbico) - Indispensável para a síntese do colágeno; ajuda na manutenção das funções glandulares e do crescimento; manutenção dos tecidos; previne o câncer; aumenta a imunidade; protege contra infecções. Principais fontes: frutas cítricas frescas (laranja, limão, tomate abacaxi, mamão papaia) e vegetais frescos (repolho, couve-flor, espinafre, pimentão verde).

- Colina - Ajuda na memorização e no tratamento do Alzheimer; controla o colesterol e as gorduras no corpo; ajuda a eliminar substâncias tóxicas (venenos e drogas) e na reconstrução do fígado danificado pelo álcool. Principais fontes: lecitina de soja, gema de ovo.

CURIOSIDADES:

Pessoas que vivem em regiões de pouca incidência de raios ultravioleta B ou de pele escura, idosos e indivíduos obesos possuem, em geral, níveis mais baixos de vitamina D devido à pouca absorção dos raios solares.

Pesquisas recentes demonstraram que a ingestão em excesso de betacaroteno e de vitamina A por mulheres lactantes portadoras de HIV aumenta a carga viral no leite. O tabagismo associado a altas doses de betacaroteno também parece aumentar o risco de câncer de pulmão. O excesso da vitamina A pode envenenar o organismo e causar doenças e má formação de nascença.

As células cancerosas são as nossas próprias células que dispararam a crescer e a se multiplicar. Portanto, necessitam de nutrientes mais do que qualquer outra célula do corpo. Por essa razão, as vitaminas – em especial o ácido fólico (B9), indispensável para a divisão celular – podem contribuir para a propagação do câncer. Em pessoas livres dessa doença, as vitaminas têm grande poder de proteção contra esse mal.

Pessoas que se alimentam principalmente de carboidratos processados (arroz beneficiado, farinha de trigo e açúcar brancos) estão sob o risco de deficiência da vitamina B1. O arroz e os grãos de trigo polidos, assim como o açúcar branqueado, têm todas as vitaminas removidas no processamento.

O ácido pantotênico (B5) pode ser perdido no cozimento dos alimentos (assados e fervuras), bem como em alimentos regados a vinagre, bicarbonato de sódio e enlatados. A vitamina B12 também é perdida na fermentação para produção de iogurtes e no leite fervido.

De: Deise Freitas

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Colégio Estadual Presidente Emílio Garrastazu Médici
Integrantes: Equipe: Gabriel Mantoan  
                     Giovanna Larissa
                     Raiane Varjão
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                     Fernando Assuncao
                     Rayane Prado

                     Yasmin Almeida

Funções

Os carboidratos desempenham funções importantes como:

1. Fonte de energia: os carboidratos servem como combustível energético para o corpo, sendo utilizados para acionar a contração muscular, assim como todas as outras formas de trabalho biológico. São armazenados no organismo humano sob a forma de glicogênio e nos vegetais como amido.

2. Preservação das proteínas: as proteínas desempenham papel na manutenção, no reparo e no crescimento dos tecidos corporais, podendo inclusive ser fonte de energia 
alimentar. Quando as reservas de glicogênio estão reduzidas, a produção de glicose começa a ser realizada a partir da proteína. Isto acontece muito no exercício prolongado e de resistência. Conseqüentemente há uma redução temporária nas "reservas" corporais de proteína muscular. Em condições extremas, pode causar uma redução significativa no tecido magro (perda de massa muscular).

3. Proteção contra corpos cetônicos: se a quantidade de carboidratos é insuficiente devido a uma dieta inadequada ou pelo excesso de exercícios, o corpo mobiliza mais gorduras, que também atuam na produção de energia, para o consumo (do mesmo modo como faz com as proteínas). Isso pode resultar no acúmulo de substâncias ácidas (corpos cetônicos), prejudiciais ao organismo. 

4. Combustível para o sistema nervoso central: carboidratos são os combustíveis do sistema nervoso central, sendo essenciais para o funcionamento do cérebro, cuja única fonte energética é a glicose. Primariamente o combustível, glicose, vai para o cérebro, medula,nervos periféricos e células vermelhas do sangue. Assim, uma ingestão insuficiente pode trazer prejuízos não só ao sistema nervoso central, mas ao organismo em geral. 

De: Raiane Varjão